Entre uma calorosa discussão sobre política em família, estou eu, sentado em frente ao micro, vendo coisas aleatórias na net, tipo, estudos sobre espiritismo, trailers de filmes que provavelmente não vou ver, e tentando arranjar algum assunto interessante pra escrever, nesse meu atual estado apático de viver, em que to me sentindo uma ameba, parada, vendo a vida passar, sem energia, sem tesão, sem vontade, pra fazer algo, desde trabalhar , a dormir, fico imaginando do que falar, pensei em sonhos, sonhar eh sempre bom, mesmo que acordado, vamos lá:
Sonhos materiais:
Uma casa para meus pais, não preciso mais nada, não quero carro, não quero grana, não sou ambicioso, um teto, uma praia perto, dinheiro pro bus e cinema, beijar na boca e namorar pelado, basta pra mim ser feliz, ah, sem casamento e filhos, num nasci pra isso.
Sonhos pessoais:
Uma viagem para o reveillon de Nova York: mas acho que vou ter que me contentar com Londres, essa cara de descendente de árabe me detona....
Sonhos aleatórios:
Justiça, trabalho, escola, comida, pra todos. Não acredito que isso vá acontecer porque nesse país tem um darth vader (na verdade) vários , nem um pouco interessados em mudar as condições sociais mínimas desse povo, então eh torcer pro jeitinho brasileiro se modernizar sempre, porque eh dele que vivemos.
E por final, sonhos eróticos:
Na praia, já fiz, no mato, no arpoador, também, só falta no alto do Empire State em Nova York ou no Central Park, sempre no inverno, seria uma boa, outras sugestões: marjoran@ig.com.br.
Inté mais....
Surto da semana..adoro contos de terror...vai o primeiro de uma série que ando caçando pra gente se divertir na net...fui...
O que Aconteceu em Roanoke?
A primeira criança inglesa nascida nos EUA recebeu o nome de Virgínia Dare. Os pais haviam embarcado para o novo mundo com o grupo de pioneiros que desembarcou na ilha de Roanoke, na costa da Carolina do Norte, e Virgínia nasceu pouco depois, no dia 18 de agosto de 1587.
O navio que transportou os Dare para a nova pátria acabou retornado à Inglaterra com todos os homens a bordo, com exceção de dez. Esses homens foram deixados para dar início à colonização, mas, quando o navio seguinte chegou, não foram mais encontrados. O segundo navio também retornou à Inglaterra, dessa vez deixando cem pessoas para dar seqüência à colonização. Algum tempo depois, chegou mais um navio, e seus passageiros, novamente, deram com a ilha vazia.
Não havia registros de violência, luta, nem de sepulturas. Apenas a palavra "CRO" entalhada em uma árvore, e "CROATAN" entalhada em outra. Croatan, ilha localizada na costa da Carolina do Norte, era, aparentemente, o lugar onde o grupo de colonos resolvera se instalar. Contudo, o capitão do navio, temendo a falta de alimentos e a aproximação do inverno, decidiu rumar em direção às Antilhas e passar o inverno ali.
Quando o navio seguinte chegou à ilha de Croatan, os tripulantes também não encontraram nada, nem sinais de algum massacre de índios. Não havia sepulturas e, com exceção de histórias ocasionais, que falavam de crianças índias com cabelos "amarelos" e olhos azuis, nenhum dos 110 pioneiros jamais foi encontrado. Embora seja tema de numerosos boatos e lendas, o mistério jamais foi explicado.